Movimento: quebre paradigmas

Movimento: quebre paradigmas

Estamos em uma era de quebra de muitos paradigmas. E vou lhes contar uma coisa: aprendemos muitas coisas erradas. A atividade física é uma delas.

Estou cansada de ver um monte de gente sofrendo numa esteira, pagando os pecados suando a camisa, tratando a comida como dieta e o movimento físico como exercício. Precisamos quebrar esse paradigma de que precisamos sofrer pra sermos felizes. Isso é medieval.

Você pode tratar sua prática física de outra forma, e isso não será nada esotérico. Garanto que os resultados são bem melhores e bem mais rápidos.

Precisamos sair da idade das trevas, da escuridão intelectual do movimento, abrir nossos olhos e perceber que somos muito mais capazes do que imaginamos. A ciência vem comprovando isso de muitas maneiras.

No campo da neurociência, há 20 anos vem se estudando sobre a mielina e comprovando que a “inteligência” não é algo engessado no meio de neurônios, sinapses e DNA. Não nascemos predestinados, podemos ser donos de nossas vidas, construir nosso destino através da mielinização. ESTAMOS FALANDO DE ESTUDOS CIENTÍFICOS.

Além disso, quebramos o paradigma de Darwin, sobre os “fatores hereditários”, em que se afirmava que o que somos – desde a cor dos nossos olhos até nosso comportamento – é fruto dos nossos genes herdados pelos nossos pais. Atualmente com estudos nas áreas moleculares e da física quântica, fica claro que o ambiente físico e emocional pode nos arquitetar. SÃO ESTUDOS CIENTÍFICOS.

É maravilhoso perceber e comprovar que temos não apenas uma enorme plasticidade mental, como corporal, com um mundo quântico de possibilidades para sermos o que quisermos ser, basta praticar profundamente seu auto conhecimento.

Quando você olha por essa janela, as práticas de movimento físico – esse momento em que você esta suando a camisa –, torna-se a ferramenta mais importante da sua vida. Porque quando praticamos atividade física, nossas células, do corpo todo, dos músculos, do cérebro, estão respirando novas atitudes, criando novas conexões neurais e construindo novos padrões. Com a prática diária de bons movimentos podemos redesenhar nossos padrões, quebrar paradigmas e ter a segunda chance, ou a segunda vida 😉

Então por quê mesmo é bom se mover?

Porque além de você mexer o corpo e ter saúde e bem estar corporal, você pode estar se dando o maior presente de se mover: se auto – conhecer, se reinventar, ser o que você quiser ser, ser o seu melhor, emocionalmente e corporalmente. 

Qualquer tipo de prática de exercício faz isso?

Não, qualidade no movimento é essencial, por isso busque bons professores que ensinam a viver em movimento. Mas apenas isso não é suficiente, você precisa praticar profundamente e aproveitar o máximo de cada minuto em que você esta conectado consigo mesmo através do condutor atividade física. E não precisa passar o dia na academia, mas sim estar conectado com o seu movimento.

Preciso ter hora marcada para desenvolver tudo isso em mim através do movimento físico?

Não. Use sua OTM (Opportunity To Move): toda hora é hora, nem que seja por 1 minuto, várias vezes ao dia. Se mover é um estilo de vida humano, pois fomos projetados, milhões de anos atrás para se mover.

Temos uma jóia em nossas mãos muito poderosa: o movimento humano. Basta ligar o botão e praticar.

Experimente.

E não esqueça de comentar e indicar nossa filosofia. Assim sempre teremos bons assuntos a compartilhar.

leandro
leandroota@gmail.com
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